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“Apoio do governo federal nos fez respirar” diz governador Marcos Rocha em entrevista ao programa “Fala Rondônia”,

No programa “Fala Rondônia”, da RedeTV!, o coronel enfatizou obras e falou sobre como o governo tem lidado com a pandemia de Covid-19

Nesta semana, o governador de Rondônia, Marcos Rocha, participou de entrevista ao programa “Fala Rondônia” da RedeTV! em Porto Velho sobre os investimentos no estado durante a pandemia. Na entrevista, o governador enfatizou a aprovação dos recursos da assembleia e resgate das praças públicas. Também destacou as importantes obras e programas essenciais do estado e contou como lida com os ataques de notícias falsas. Confira a entrevista:

DIÁRIO DA AMAZÔNIA: Qual a avaliação que o senhor faz da gestão até aqui?

Governador Marcos Rocha: Em 2019, o estado estava muito endividado, não tínhamos orçamento, também tínhamos o teto dos gastos, ou seja, um limite máximo imposto por lei para que pudéssemos utilizar.

Conseguimos manter toda a folha de pagamento em dia, até antecipamos alguns meses e chegamos ao ano de 2020 com um superavit de quase R$ 370 milhões. Isso me deu muita alegria porque a administração séria dá resultados, e esses recursos geraram retornos para o governo do estado para a população e comércio.

Como foi administrar o estado em plena pandemia?

Nós fizemos o Programa Amparo, através da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas), que atendeu muitas famílias no estado de Rondônia. Para a saúde, nós compramos um hospital de alvenaria, que é o Regina Pacis, chamamos o lugar de Hospital de Campanha.

O hospital de lona custaria quase R$ 23 milhões, já o nosso Hospital de Campanha custou R$ 12 milhões e já salvou milhares de pessoas. O governo federal enviou recursos para que nós pudéssemos atender as famílias e inclusive toda a dívida que nós tínhamos foi suspensa durante um bom período. Isso fez com que pudéssemos respirar.

O senhor lançou três projetos de grande potencial. Como foi essa articulação?

Internamente, nós reservamos um recurso para atender as estradas dos municípios. Através do deputado estadual Alex Redano [presidente da Assembleia Legislativa], que atendeu o chamamento para reunir todos os deputados onde apresentei os programas Tchau Poeira, o Governo na Cidade e o Governo no Campo.

São três programas extremamente importantes que atendem diretamente os municípios. Em um único dia, foi aprovado R$ 826 milhões para poder aplicar nas várias áreas do estado. Então vamos destinar R$ 300 milhões para atender os 52 municípios.

Nós já vamos iniciar os atendimentos agora de Costa Marques, Seringueiras, São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé, Ariquemes e Vilhena todos os municípios que estão apresentando os projetos no prazo de 60 dias e depois encaminhamos para DER.

Como é o projeto de resgate de praças públicas?

Fui em uma inauguração de uma praça em União Bandeirantes e encontrei a quadra de grama sintética, pista para caminhada, as crianças brincando… E falei: vamos colocar esse tipo de espaço em todos os lugares, principalmente onde ainda não tem acesso a um lugar assim. E assim nós fizemos agora em Porto Murtinho, em São Francisco do Guaporé, um lugar lindo, turístico.

Quais os novos projetos que o senhor considera importantes?

Nós temos quatro unidades hospitalares que estamos dando uma atenção especial desde o início do governo. A gente sabe da necessidade do Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia (Heuro), em Porto Velho, que é um sonho fazer acontecer.

Acredito que agora, no mês de setembro, estaremos dando finalização ao processo de escolha da empresa que vai construir o Heuro. A gente vai fazer com que esse hospital seja construído muito rápido. A empresa só vai receber depois que estiver com o prédio pronto.

Também precisávamos voltar a funcionar o nosso restaurante popular Prato Fácil, que fica na zona leste. Através da Seas, fizemos muito além.

Alguns restaurantes passaram a ser credenciados, então a população que necessita agora tem acesso em vários pontos da cidade de Porto Velho. A ideia é fazer isso em outros municípios também. A pessoa paga R$ 2 e o estado banca a diferença da alimentação.

Estamos vivendo uma pandemia, mas a gente vai vencer porque nós somos destemidos pioneiros.

Sobre os conteúdos falsos, como o senhor tem lidado?

A gente fica triste, porque ninguém precisa destruir ninguém para poder aparecer. Existem pessoas que nem me conhecem, mas passaram a me agredir. Principalmente depois que os resultados positivos começaram aparecer.

Rondônia passou ao primeiro lugar no ranking de transparência, e isso representa gestão correta.


Por Larina Rosa / Diário da Amazônia

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