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Vídeo: Motorista da Uber que se defendeu de agressão de taxistas é policial civil

A mulher que aparece em um vídeo após ser parada por taxistas nas proximidades do Aeroporto de Porto Velho é uma policial civil identificada como Caroline Lima. Ela dirigia um carro a serviço da empresa Uber, levando passageiros quando foi abordada por três taxistas.

Após a grande repercussão nas redes sociais, a motorista contou sua versão no Facebook, explicando que é uma policial civil de 23 anos e que apenas se defendeu após ser cercada por taxistas. “Na manhã de ontem três taxistas do aeroporto de Porto Velho fecharam meu carro. Dois deles abriram a porta do lado do motorista. O que estava à frente da confusão me puxou pelo braço enquanto o outro gritava para pegar a chave do meu carro e os passageiros que aguardavam a carona estão de testemunha para comigo. Momento este em que saquei a arma pois me senti ameaçada, afinal eram três homens contra mim.”, contou.

Nos últimos dias em Porto Velho é cada vez mais frequente a agressão a motoristas por parte de taxistas, revoltados com a grande aceitação da Uber na cidade. No caso de Carolina Lima, ela admite que terá problemas, mas defende a ampla liberdade de escolha. “Irei responder o que tiver de responder na corregedoria. A equipe do UBER foi informada do ocorrido e me prestaram todo apoio necessário. A advogada do aplicativo entrou em contato comigo e irei registrar ocorrência para as providências cabíveis. Ninguém tem o direito de fazer o que fizeram ontem comigo. Uma abordagem agressiva que mais parecia um assalto, e já não foi a primeira que aconteceu no aeroporto de Porto Velho, visto que na última danificaram completamente o veículo do UBER. Se fosse outra pessoa que não tivesse armada a confusão teria sido maior.”

NOTA DE ESCLARECIMENTO:

Me chamo Caroline, tenho 23 anos, sou Policial Civil do estado de Rondônia e estou no vídeo que estão compartilhando.
Na manhã de ontem três taxistas do aeroporto de Porto Velho fecharam meu carro, dois deles abriram a porta do lado do motorista, o que estava a frente da confusão me puxou pelo braço enquanto o outro gritava para pegar a chave do meu carro, e os passageiros que aguardavam a carona estão de testemunha para comigo, momento este em que saquei a arma pois me senti ameaçada, afinal eram três homens contra mim. Irei responder o que tiver de responder na corregedoria, a equipe do uber foi informada do ocorrido e me prestaram todo apoio necessário, a advogada do aplicativo entrou em contato comigo e irei registrar ocorrência para as providências cabíveis. Ninguém tem o direito de fazer o que fizeram ontem comigo. Uma abordagem agressiva que mais parecia um assalto, e já não foi a primeira que aconteceu no aeroporto de Porto Velho, visto que na última danificaram completamente o veiculo do uber. Se fosse outra pessoa que não tivesse armada a confusão teria sido maior. A PM compareceu no local, semtram foi acionada mas não compareceu, visto que não há motivo para apreender o meu carro, UBER funciona em praticamente todas as capitais do país e em nossa cidade infelizmente enfrenta este empasse, todos foram liberados e nada aconteceu comigo nem com meu carro. Os passageiros que aguardavam? Pegaram outro uber. Agradeço aos colegas a preocupação e o apoio que a população tem dado. Espero sim que o UBER se firme em Porto Velho pois creio que há espaço para todos.
Caroline Lima

Fonte: Rondoniagora

 

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