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MasterChef corta nome do Carrefour após morte brutal de cachorro

Apresentadora Ana Paula Padrão não fez discurso habitual na edição de terça-feira, 4

O público pediu e o “MasterChef Profissionais”, da Band, alterou um detalhe na divulgação da marca patrocinadora Carrefour, durante o programa da última terça-feira, 4, após o episódio da morte brutal de um cachorro dentro da unidade de hipermercados em Osasco, São Paulo (SP).

Os telespectadores mais atentos notaram que Ana Paula Padrão não mencionou o nome da rede como costuma fazer quando um participante conquista R$ 1 mil ou R$ 500 no cartão Carrefour.

Após a vitória de Rafael – que garantiu o seu lugar na final da atração – a apresentadora não citou as vantagens do supermercado.

A mudança foi elogiada pelo público, porém, algumas pessoas ainda cobraram uma reflexão sobre o patrocinador para as próximas temporadas da atração.

Confira a repercussão:

ENTENDA O CASO

Um cachorro que circulou por um hipermercado Carrefour em Osasco, foi espancado até a morte por um segurança do local. O animal foi removido pelo Departamento de Fauna e Bem Estar Animal da cidade.

Após a repercussão do caso, o órgão municipal divulgou a comunicação que o animal de estimação entrava sem local com sangramento, baixa pressão, mucosas anêmicas, hipotermia intensa, vômito com sangue e escoriações múltiplas.

No Facebook, o Carrefour colocou os comentários dos internautas que cobrem um posicionamento oficial.

“O Carrefour repudia qualquer tipo de maus-tratos. Adicionar uma equipe responsável pela segurança do local no dia do ocorrido até que uma aplicação seja finalizada e como devidas providências tomadas. Assim que o animal, ele foi acolhido e alimentado por nós até à Zoonoses chegasse para o atendimento ”, diz o texto publicado na página.

Mais tarde, uma marca que deu outra versão dos fatos em comunicado oficial:

“Nossa apuração preliminar foi de que o filhote estava circulando de novo por alguns dias. O Centro de Zoonoses de Osasco foi atacado por várias vezes, mas não recolheu o animal. No dia do incidente, os clientes se apresentaram sobre a presença do cachorro, e, novamente, o órgão foi acionado.

Um funcionário da empresa terceirizado na janela da loja de produtos e imagens da revista pode ter um ano na natureza do animal. O Centro de Zoonoses de Osasco foi novamente pesquisado e comparado com o local para receber-lo. No entanto, no momento da aplicação dos princípios de imobilização, o cachorro desfavoreceu na razão de uso de um aplicador, tipo de equipamento de concentração.

Delegacia especializada de Osasco (DIICMA) abriu inquérito e está investigando o caso. Estamos colaborando com as autoridades, disponibilizando todas as informações e imagens para que o seja seja solucionado. ”

 

Fonte: catracalivre

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