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Após Copa do Mundo, Profissão Repórter volta ao ar e investiga as fake news

Com o fim da Copa do Mundo, o Profissão Repórter retorna à programação nesta quarta-feira (18). O programa tratará de um assunto que é pauta nos principais debates políticos: as “fake news”. A equipe de Caco Barcellos estuda o fenômeno, caracterizado pelas notícias falsas com alta capacidade de viralização. E conhece ainda, pessoas que fazem, repassam ou que são vítimas dessas armadilhas.

Um dos alvos foi Marcus Vinícius da Silva, de 14 anos. O garoto foi morto a tiros num dia de operação policial na favela da Maré, no Rio de Janeiro, enquanto ia para a escola. O repórter Julio Molica e a jornalista Maria Morganti mostram a luta da mãe por justiça e pela honra do filho, que foi associado ao tráfico de drogas numa postagem viralizada. “Meu filho falava que eu era o braço forte dele, e estou aqui para limpar seu nome. Estou aqui pra fazer força, lutar por ele”, conta a mãe. Ela emocionou os parlamentares da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados em Brasília.

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O programa também mostra uma iniciativa contra “fake news” feita por jovens de comunidades do Rio de Janeiro e São Paulo. O coletivo reúne notícias falsas em grupos de família, faz a checagem de informações e devolve no próprio grupo de mensagens, do qual participam até dezenas de pessoas. A repórter Danielle Zampollo conhece uma delas. “Quando a notícia tem dez linhas, às vezes gosto de ler. Mas quando passa disso aí, já é muita coisa. Mesmo assim, repasso às vezes”, conta o entrevistado.

E ainda: comércio de seguidores online é pauta do Profissão Repórter
Já o repórter Erik Von Poser investiga o comércio de venda de seguidores nas redes sociais. Para fazer a reportagem, Erik comprou 10 mil “amigos” por R$ 200 e foi checar de onde vinham. Alguns eram falsos. Outros milhares passaram a seguir o repórter sem saber. Um jovem, que mora com a mãe no interior do Rio Grande do Sul, coordena uma grande rede de programação de códigos para conectar pessoas que querem comprar seguidores. Ao programa, ele diz que vende de 2 a 3 milhões de seguidores por mês.

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O Profissão Repórter vai também a três cidades na busca pelos endereços das empresas por trás de sites de viés político que, em algum momento, foram disseminadores de informações falsas. Os endereços levaram o repórter Estevan Muniz a imóveis com aspecto abandonado, de portas sempre fechadas. E numa vizinhança muito desconfiada da atividade dos moradores. Apesar da insistência do repórter, as pessoas que saíam dos imóveis não quiseram dar entrevista ou revelar os nomes dos funcionários dos sites.

 

Fonte: observatoriodatelevisao

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